segunda-feira, 16 de julho de 2012

Sorria

Que mostra vida
Mesmo sem vontade
Para sorrir
E tanta falta faz…

Devido às coisas más.
Que não são precisas
Para sorrir


Sorria mesmo assim
Pelo conceito,
Que não se vê ter fim
Por ser imperfeito.

Sorria, pelo que tem
Pelo que sente,
Dos que lhe mente.
Sorria pela vida

Dos que querem assim
Os que governam
Finalmente; sorria.

José Ribeiro 

MAIA





quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Fado: Património da Humanidade!


Orgulho de Portugal,
ter Fado da Humanidade!
Fado que é imortal,
dá-nos fraternidade!

Guitarras, poetas, fadistas,
no Mundo a dar nas vistas!
Tudo sai do coração,
a honrar uma Nação!

Fado que está na História,
permanente na memória.
Portugal e o seu Fado,
no Atlântico, deste lado!

Vamos cantar um Fado
trinado
, ou à desgarrada.
Vamos cantar o Fado,
com alma e muita garra!


José C. de Almeida


LISBOA



Publicado n'
O DESTAK 30 de Novembro 2011


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Um poema

Há um tempo para tudo
É preciso perscrutar,
A Natureza, contudo,
Muito tem para ensinar.

Não se proceda à pressa
Alterar o ciclo natural,
Pois o equilíbrio cessa
Pode surgir um temporal.

A Natureza dá ensinamentos
Que devemos acatar,
Para evitarmos os lamentos
Do mal que possamos causar.

Muito pequenos nós somos
Somos tudo e quase nada,
Somos míseros microcosmos
Do Cosmos que nos resguarda.

José Amaral

VILA NOVA DE GAIA

Publicado n' O DESTAK 27 de Setembro 2011

terça-feira, 19 de julho de 2011

A importância


Todos nós somos importantes
E ninguém tem importância nenhuma
A importância somos nós que a criamos
E só são importantes
Quando a importância lhes damos
A importância está por vezes
Nas pequenas coisas que temos
E só lhes atribuímos importância
Quando as perdemos

Jesus "a importância de saber perdoar"

Alexandrina Silva

A. VINHOS

Publicado n' O DESTAK 19 de Julho 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A crise contínua



A crise continua
E vai continuar.
É sempre o Zé-povo
Que tem sempre de pagar.

Antes das eleições
Todos prometem mudança
Mas com o decorrer do tempo
A melhoria não se alcança.

O fosso entre ricos e pobres
Cada vez vai aumentar
E a pobreza em Portugal
Tão cedo não vai acabar.

Vamos todos combater
A miséria em Portugal
Lutar e manifestar
Por um país mais igual.

Manuel Pereira

ERMESINDE


Publicado n' O DESTAK 7 de Julho 2011


domingo, 3 de julho de 2011

Quando tiver de ser


Para nossa pouca sorte,
Ninguém escapa infinitamente à morte,
Quando morre alguém,
Uma parte de nós morre também,
Ficamos sem saber o que fazer,
Ficamos sem saber o que dizer,
Nestas alturas, só nos resta acreditar,
Para o nosso pobre coração consolar,
Um anjo ganhou uma nova alma,
Que vela por quem ama,

Que um dia, seremos recebido por um novo ser,
Quando a nossa hora chegar... Quando tiver de ser...

Frederico Pereira

Via correio electrónico

Publicado n' O DESTAK 1 de Julho 2011


quinta-feira, 30 de junho de 2011

Aquele abraço, campeão


À memória de Angélico Vieira

Desta vez não cantas,
cantam a desfolharem por ti.
Mas não fales em despedida, campeão.

Fala antes de uma pausa no tempo
ou algo assim. Sobretudo sorri
como sempre fizeste.
Faz esse derradeiro esforço, campeão,
tu consegues. Apenas não digas que partes
agora que já vais distante. Apenas não digas
que não regressas para a festa
um dia desses.


Foi com grande abalo emocional que tomei

conhecimento da morte do Angélico Vieira,

cujo destino não podia ter sido mais cruel.

Gostaria de prestar-lhe a minha homenagem.


Gastão Rebelo

VIA CORREIO ELECTRÓNICO

Publicado n' O DESTAK 30 de Junho 2011