quinta-feira, 19 de julho de 2012

Assaltos na ordem do dia


Os assaltos violentos
Estão na ordem do dia
De tanta roubalheira
Há muito tempo que não se via.

Os assaltos cada vez
Estão mais a aumentar
Os ladrões e assaltantes
Não conseguem descansar.

Todo o cidadão na rua
Nunca anda descansado
Está sempre com receio
De repente ser roubado.

Já nem mesmo a polícia tem
Potência para os roubos travar
Os bandidos e ladrões
Nunca param de roubar.

Manuel Pereira


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Sorria

Que mostra vida
Mesmo sem vontade
Para sorrir
E tanta falta faz…

Devido às coisas más.
Que não são precisas
Para sorrir


Sorria mesmo assim
Pelo conceito,
Que não se vê ter fim
Por ser imperfeito.

Sorria, pelo que tem
Pelo que sente,
Dos que lhe mente.
Sorria pela vida

Dos que querem assim
Os que governam
Finalmente; sorria.

José Ribeiro 

MAIA





quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Fado: Património da Humanidade!


Orgulho de Portugal,
ter Fado da Humanidade!
Fado que é imortal,
dá-nos fraternidade!

Guitarras, poetas, fadistas,
no Mundo a dar nas vistas!
Tudo sai do coração,
a honrar uma Nação!

Fado que está na História,
permanente na memória.
Portugal e o seu Fado,
no Atlântico, deste lado!

Vamos cantar um Fado
trinado
, ou à desgarrada.
Vamos cantar o Fado,
com alma e muita garra!


José C. de Almeida


LISBOA



Publicado n'
O DESTAK 30 de Novembro 2011


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Um poema

Há um tempo para tudo
É preciso perscrutar,
A Natureza, contudo,
Muito tem para ensinar.

Não se proceda à pressa
Alterar o ciclo natural,
Pois o equilíbrio cessa
Pode surgir um temporal.

A Natureza dá ensinamentos
Que devemos acatar,
Para evitarmos os lamentos
Do mal que possamos causar.

Muito pequenos nós somos
Somos tudo e quase nada,
Somos míseros microcosmos
Do Cosmos que nos resguarda.

José Amaral

VILA NOVA DE GAIA

Publicado n' O DESTAK 27 de Setembro 2011

terça-feira, 19 de julho de 2011

A importância


Todos nós somos importantes
E ninguém tem importância nenhuma
A importância somos nós que a criamos
E só são importantes
Quando a importância lhes damos
A importância está por vezes
Nas pequenas coisas que temos
E só lhes atribuímos importância
Quando as perdemos

Jesus "a importância de saber perdoar"

Alexandrina Silva

A. VINHOS

Publicado n' O DESTAK 19 de Julho 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A crise contínua



A crise continua
E vai continuar.
É sempre o Zé-povo
Que tem sempre de pagar.

Antes das eleições
Todos prometem mudança
Mas com o decorrer do tempo
A melhoria não se alcança.

O fosso entre ricos e pobres
Cada vez vai aumentar
E a pobreza em Portugal
Tão cedo não vai acabar.

Vamos todos combater
A miséria em Portugal
Lutar e manifestar
Por um país mais igual.

Manuel Pereira

ERMESINDE


Publicado n' O DESTAK 7 de Julho 2011


domingo, 3 de julho de 2011

Quando tiver de ser


Para nossa pouca sorte,
Ninguém escapa infinitamente à morte,
Quando morre alguém,
Uma parte de nós morre também,
Ficamos sem saber o que fazer,
Ficamos sem saber o que dizer,
Nestas alturas, só nos resta acreditar,
Para o nosso pobre coração consolar,
Um anjo ganhou uma nova alma,
Que vela por quem ama,

Que um dia, seremos recebido por um novo ser,
Quando a nossa hora chegar... Quando tiver de ser...

Frederico Pereira

Via correio electrónico

Publicado n' O DESTAK 1 de Julho 2011


quinta-feira, 30 de junho de 2011

Aquele abraço, campeão


À memória de Angélico Vieira

Desta vez não cantas,
cantam a desfolharem por ti.
Mas não fales em despedida, campeão.

Fala antes de uma pausa no tempo
ou algo assim. Sobretudo sorri
como sempre fizeste.
Faz esse derradeiro esforço, campeão,
tu consegues. Apenas não digas que partes
agora que já vais distante. Apenas não digas
que não regressas para a festa
um dia desses.


Foi com grande abalo emocional que tomei

conhecimento da morte do Angélico Vieira,

cujo destino não podia ter sido mais cruel.

Gostaria de prestar-lhe a minha homenagem.


Gastão Rebelo

VIA CORREIO ELECTRÓNICO

Publicado n' O DESTAK 30 de Junho 2011


quarta-feira, 29 de junho de 2011

São Pedro» (QUADRAS POPULARES)




SANTO ANTÓNIO DE LISBOA,
olho a cidade à proa.
Foi urbe toda em festa
e nem sequer fez sesta!

Depois o S. JOÃO,
Santo da devoção.
No Porto, na tradição,
certeza, no coração!

Por último, S. PEDRO,
primeiro Papa da Igreja.
Que cada um se reveja,
nesta ‘Pedra’ que foi Pedro!

Foram festas de um País,
de três Santos da História.
Cada um são glória,
na Cultura e Raiz!

José Carneiro de Almeida

LISBOA

Publicado n' O DESTAK 29 de Junho 2011


quarta-feira, 22 de junho de 2011

S. João, no coração! (QUADRAS POPULARES)



Há festa na cidade,
Espírito de verdade.
S. João está na rua,
S. João, no coração!

O Porto vem para a rua,
a cantar ao S. João.
O Porto está na rua,
toda a sua tradição.

Alho-porro, martelinhos,
animação e beijinhos.
Todos pela madrugada,
se calhar a alvorada!

Muitos comem sardinha,
saborosa e fresquinha.
O Douro beija a cidade,
dá-lhe força, claridade!

S. João está na rua,
S. João na devoção.
O Porto está na rua,
na festa de S. João!

José Carneiro de Almeida

LISBOA


Publicado n' O DESTAK 22 de Junho 2011


Festa do S. João do Porto (QUADRAS POPULARES)


S. João S. João,
Não te deixes enganar
O Verão, já começou
Está na hora de o festejar.

A ribeira é um palco,
De bailes e diversões
Os foliões cantam alto
As músicas e as canções.

Manjericos e balões,
Fazem parte desta festa,
Juntam-se as emoções,
Numa noite, como esta.

A sardinha, já é boa
É fresquinha e vem do mar,
Sabe bem comer a broa
E a fogueira saltar.

A festa, já terminou,
Está na hora de abalar
O S. João acabou,
Irá para o ano voltar.

Graciete Lima

PORTO


Publicado n'
O DESTAK 21 de Junho 2011


quinta-feira, 16 de junho de 2011

O facebook

Quando um dia
O facebook
Se começar a pagar
Muita exibição barata
Vai acabar

Algumas exibem os rabos
Exibem as mamas
Exibem as extensões
Enfim, todas as condições
Para iludirem alguns nabos
E seus corações

Meu Deus...
Já não há paciência
Para tanta falta de inteligência
E exibição de aparência.

Alexandrina Silva

A. VINHOS

Publicado n' O DESTAK 15 de Junho 2011


terça-feira, 14 de junho de 2011

Sonhar– é preciso!


Só ouvimos falar de crise
De mais impostos

De menos regalias

De cortes nos vencimentos


Onde estão os nossos sonhos?
Os nossos planos?

As nossas aventuras?

Os programas de férias?


Temos de parar um pouco e pensar bem.

A vida pode ser bela mesmo com a crise

O Amor, a Amizade continuam vivos
Por favor não deixem os sonhos morrer,
sonhar é preciso!

Maria


CASCAIS


Publicado n' O DESTAK 14 de Junho 2011




quinta-feira, 9 de junho de 2011

Santo António de Lisboa!


LISBOA, vem para a rua,
rua que é toda sua.
Em vielas e cantinhos,
há amor e beijinhos!
Santo António, Padroeiro,
Santo casamenteiro.
Há marchas na avenida,
música, luz muita vida!
Urbe de gente boa,
sardinha saborosa.
Cada bairro de LISBOA,
sua gente charmosa!
Há fado, guitarradas,
cantado em desgarradas.
Santo António, oração,
está em cada coração!

José Carneiro de Almeida

LISBOA


Publicado n' O DESTAK 9 de Junho 2011


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Amor de Mãe

Filha
Foste gerada dentro de mim
Fizeste parte do meu Amor e do meu sim
Num desabrochar florido de Mulher
Nasceste, cresceste, ficaste uma linda criança
Divertida, saudável, cheia de risos de esperança
E foste a razão de suportar tanto sofrer.

Filha
És o meu orgulho, és a minha vida
És o sonho da minha existência vivida
E acredito na tua capacidade de Amar
O meu Amor de Mãe é tão grande, protector
É como um Mar calmo, mas devastador
Capaz de suportar todas as marés, sem vacilar.


Ana Santos

V. ANDORINHO

Publicado n' O DESTAK 1 de Junho 2011


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Ser tudo ou nada


Nós não somos donos de nada
Nem de nós próprios.

Somos tudo
E não somos nada
Levamos uma vida de ilusão
Criamos projectos, sonhamos
E só acordamos
Quando a vida entra em contradição.

Faz-nos lembrar
Que temos que viver
Não para só termos

Mas para a vida a vivermos
O melhor que podemos.

Alexandrina Silva

Via correio electrónico


Publicado n' O DESTAK 25 de Maio 2011




quarta-feira, 25 de maio de 2011

O vencedor


Se todos seguíssemos o lema,
’Olho por olho.
E dente por dente’
Então teríamos todos um grande problema...
Andaríamos todos zarolhos,
Ou todos sem dentes,

Não tenho tempo para desperdiçar,
Desperdiçá-lo, seria gastá-lo a odiar,
E infelizmente, mais curta que cumprida,
É a dádiva da minha vida,

Seja a minha vingança perdoar,
Porque o vencedor é aquele que continua a caminhar.


Frederico Pereira

VIA = Correio Electrónico

Publicado n' O DESTAK 25 de Maio 2011


terça-feira, 17 de maio de 2011

Incendiada vigília


Há histórias que não se contam
A vida segreda-as

Sentimentos caídos
Aflições e traições

Criadas pelos seres
Vivos duma loucura

Penadas almas no fundo
Criaturas dos maus-olhados

Há dias de cortar à faca

As lágrimas rompem na pele
E o suor arde como fel

Nesta Aventura despida
Cresce o olhar

Incendiada Vigília ilumina estes rostos.


J. Narciso

Via correio electrónico

Publicado n' O DESTAK 17 de Maio 2011


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Lágrimas de Humildade


Maria és a Mãe dos pecadores
Proteges todos os sofredores
Que esperam de Ti Amor e protecção
O teu olhar, doce, calmo e maternal
Acolhe as nossas angústias e todo o mal
Numa vida sem partilha no coração.
Maria és a nossa força e a nossa luz
És a verdade e certeza que nos conduz
A uma caminhada de Fé e felicidade
No sofrimento, tu alivias a dor
Numa cumplicidade de ternura e Amor
Com emoções de lágrimas de humildade.

Ana Santos

VILAR DE ANDORINHO


Publicado n' O DESTAK 16 de Maio 2011


sexta-feira, 13 de maio de 2011

Maio, mês de Maria!




Maio, mês de Maria,
sentimos alegria,
por Lhe rezar,
talvez, até, cantar!

Fátima, convite à oração,
também à conversão!
Nossa Senhora é Mãe,
apareceu-nos por bem!

Aceitemos o perdão,
do Senhor, com devoção!
Sejamos Dele irmão,
Rezemos-lhe a confissão!

Maria veio por bem,
de cada um é Mãe!
Agarremos sua mão,
dando-lhe o coração!


Pintura a óleo de Antonio Allegri,
Correggio (1489-1534)


José Carneiro de Almeida

LISBOA


Publicado n' O DESTAK 13 de Maio 2011