segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A esperança





Resiste!

Diz uma voz interior
Não desistes!
Diz uma voz com ardor

Uma voz indispensável
Repleta de vitalidade
Uma voz incansável
Repleta de tenacidade

Símbolo da imortalidade
A última a se perder
A última a fugir na adversidade
Essa...que nunca pode morrer


FREDERICO PEREIRA Seixal


Publicado n' O DESTAK 19 de Janeiro 2009

1 comentário:

José Ramos disse...

Virtudes teologais

As virtudes teologais do Cristianismo são a Fé, a Esperança e a Caridade (Amor).
No excerto bíblico "1a Coríntios 13:13", apresenta-nos a seguinte citação: "Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor". Num outro excerto bíblico "Gálatas 5:6", cita o seguinte: "a Fé actua pelo amor".
Segundo o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, estas 3 virtudes têm este nome porque "têm como origem, motivo e objecto imediato o próprio Deus. São infundidas no homem com a graça santificante, tornam-nos capazes de viver em relação com a Trindade e fundamentam e animam o agir moral do cristão, vivificando as virtudes humanas. Elas são o penhor da presença e da acção do Espírito Santo nas faculdades do ser humano" (CCIC, n. 384).

Esperança (filosofia)

Esperança é uma crença emocional na possibilidade de resultados positivos relacionados com eventos e circunstâncias da vida pessoal. A esperança requer uma certa perseverança — i.e., acreditar que algo é possível mesmo quando há indicações do contrário.
Exemplos de esperanças incluem ter esperança de ficar rico, ter esperança de que alguém se cure de uma doença, ou ter esperança de que uma pessoa tenha sentimentos de amor recíprocos.
Esperança é também uma das 3 virtudes teologais do Cristianismo. Por meio desta virtude, os cristãos desejam e esperam de Deus a vida eterna como a felicidade última para eles, colocando as suas confianças nas promessas de Cristo. Para merecer e perseverar esta confiança até ao fim da vida terrena, os cristãos acreditam que a ajuda da graça do Espírito Santo é fulcral (CCIC, n. 387)
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Um bem-haja
PORTUGAL 2009