Vamos começar a sofrer Mas não estamos a tremer A austeridade chegou Mas o povo não recuou
Porque nunca a ninguém enganou Tudo aquilo que pediu Sempre pagou As crises sempre as suportou E todos os males O vento sempre os levou Para outros vales Por isso amigo não te rales
Infelizmente O povo sente Que alguém nos mente
E surpreendentemente
Somos aquele tipo de gente Que esquecemos tudo de repente E mesmo de coração quente
Ainda sustentamos
E perdoamos Esse tipo de gente
“Será uma fotografia, será uma pintura?”
Iman Maleki
MARIA Faz com que a chama do teu Amor Visite todos os desprotegidos Que acalme o sofrimento e a dor Ampare todos os corações sofridos Que ilumines com a luz do teu olhar Todos os jovens que perderam o seu caminho Protege com a doçura do teu sorriso Todos aqueles que te querem Amar E Te procuram quando é preciso Escuta o apelo de todos os velhinhos Que vivem marcados pela solidão Muitos são maltratados e têm falta de carinho E apenas querem amor e compreensão Mas, se os Homens confiarem na Mãe Imaculada O Mundo aos poucos se modificará A Terra será uma dádiva abençoada E o Coração de Maria Triunfará.
A Virgem, o Menino e Santa Ana, por Leonardo da Vinci, 1510,
ANA SANTOS
Vilar de Andorinho Publicado n' O DESTAK 13 de Maio 2010
"BLOG DE COR BRANCA / VERDE SIGNIFICANDO LUZ / ESPERANÇA PARA O FUTURO DA HUMANIDADE" =
BANCÁRIO APOSENTADO = POETA POR DISTRACÇÃO; SOU CATÓLICO E GOSTO IMENSO
DE TROCAR IDEIAS INTER-RELIGIOSAS,MAS SEM QUALQUER FANATISMO! AMO A LIBERDADE E NO CAPÍTULO RELIGIOSO "HOMEM CONHECE-TE A TI MESMO E CONHECERÁS O UNIVERSO DE DEUS" (Thales de Mileto); "DEUS TEM MUITOS NOMES MAS É UM SÓ SER" (Aristóteles) ESTUDIOSO DA VIDA DE JESUS O CRISTO! A IGREJA CATÓLICA E AS SUAS CONTRADIÇÕES! A IGREJA PRIMITIVA; SUA EVOLUÇÂO PARA A MODERNIDADE!SANTO ANTÓNIO DE LISBOA (PÁDUA)! CATARISMO E SANTO ANTÓNIO DE LISBOA (PÁDUA).
"Sou um Zé Caeiro: poeta autodidacta, bancário reformado, média instrução, simplista conciso,que tem a mania do perfeccionismo..."
Alberto Caeiro /
Tu, Místico /
Tu, místico, vês uma significação em todas as cousas./
Para ti tudo tem um sentido velado./
Há uma cousa oculta em cada cousa que vês./
O que vês, vê-lo sempre para veres outra cousa./
Para mim, graças a ter olhos só para ver,/
Eu vejo ausência de significação em todas as cousas;/
Vejo-o e amo-me, porque ser uma cousa é não significar nada./
Ser uma cousa é não ser susceptível de interpretação./
O meu poema preferido!